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O universo não é regido pelo acaso

Um dos cientistas mais respeitados da atualidade afirma ter encontrado evidências da ação de uma força que governa tudo
Michio Kaku, físico teórico de grande reputação, afirma ter criado uma teoria que ofereceria uma prova definitiva da existência de Deus. A informação gerou polêmica na comunidade científica, porque Kaku é considerado um dos cientistas mais importantes da atualidade, cocriador da teoria de campos de corda.
Para chegar às suas conclusões, o físico usou um semi-raio primitivo de táquions (táquions são partículas teóricas capazes de “descolar” a matéria do universo ou o contato do vazio com ela, deixando, assim, tudo livre das influências do universo que as rodeia), tecnologia criada em 2005.
Ainda que a tecnologia para chegar às verdadeiras partículas de táquions esteja longe de ser uma realidade, o semi-rádio tem algumas propriedades destas partículas teóricas, que são capazes de criar o efeito dos verdadeiros táquions em uma escala subatômica.
“Estamos em um mundo feito por regras criadas por uma inteligência”, afirmou Michio.
Segundo ele, vivemos em uma espécie de “Matrix”. “Cheguei à conclusão de que estamos em um mundo feito por regras criadas por uma inteligência, não muito diferente do seu jogo de videogame favorito, mas certamente mais complexo e impensável.”
E prossegue: “Analisando o comportamento da matéria em escala subatômica, afetado pelo semi-rádio primitivo de táquions, um diminuto ponto no espaço, pela primeira vez na história, totalmente livre de qualquer influência do universo, da matéria, da força ou da lei, percebe-se de uma forma inédita o caos absoluto”.
“Acredite: tudo o que chamávamos de ‘acaso’ hoje não tem mais sentido. Para mim, está claro que estamos em um nível regido por regras criadas, e não determinadas por acasos universais”, disse o cientista.
Fórum Libertas\
Gentilezas da Mamma
“… Passado o tremor de terra, acendeu-se um fogo; mas o Senhor não estava no fogo. Depois do fogo, ouviu-se o murmúrio de uma brisa ligeira. Tendo Elias ouvido isso, cobriu o rosto com o manto, saiu e pôs-se à entrada da caverna…” (Rei 19,12-13).
Um exemplo disso ocorreu na semana passada, na sexta-feira, dia 21 de dezembro de 2007, às 7:00h. Como de costume, fomos recebidos pelo Padre João, pároco da Igreja Nossa Senhora Consolata, que nos abria o portão de ferro que dá acesso ao estacionamento da igreja. Ele estava com um guarda-chuva escuro na mão, pois chovia bastante, e estava contente e alegre, pois, como dizia: “Ontem aconteceu um milagre aqui! Vejam, hoje está chovendo muito, antes de ontem também choveu o dia todo, e a meteorologia previu chuva para toda esta semana. Porém, ontem, dia em que recebemos centenas de crianças das creches que ajudamos para um dia de festa aqui na paróquia, não choveu todo o tempo em que as crianças estiveram aqui. Elas puderam correr e brincar ao bel-prazer. Foi um milagre de Nossa Senhora Consolata!”
Deus é sutileza, calma, tranquilidade, paz; Ele se manifesta com delicadeza, no silêncio. Para percebê-Lo, devemos estar atentos, e nossa alma deve estar longe do rebuliço e do turbilhão da vida cotidiana.
E como manter nossa alma longe dessa agitação da vida moderna, para podermos ouvir a Deus? Um modo certeiro é mantê-la no “Refúgio Seguro” que a Mãe de Deus nos preparou, o seu “Coração Imaculado”. Nesse Santuário, ela nos mantém debaixo do seu Manto, como a galinha mantém seus pintinhos seguros debaixo de suas asas. E aí nos mostra seu Filho e nos leva até Ele, que é “…manso e humilde de coração…” (São Mateus 11,29), e acharemos repouso para nossas almas.
Se estamos tranquilos e atentos neste “Refúgio Seguro”, então percebemos as gentilezas da Mamma que nos diz: “Não temas, eu estou sempre contigo!” E nos mostra Jesus, seu Filho, que passaremos a perceber, a amar e a ver com os olhos da alma, em cada pessoa com que nos relacionamos. Assim, teremos a oportunidade de viver a cada dia o Novo Mandamento que Ele nos deixou: “…Amai-vos uns aos outros. Como eu vos tenho amado, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros…” (São João 13,34).
Marcos Barone
Pinhão atrevido
Xico Graziano
Não vira. Assim se diz, no interior, quando se avalia uma idéia arriscada, duvidosa quanto ao seu sucesso. Exprime uma visão de fracasso no empreendimento. Tal ocorre com a reforma agrária brasileira.
Milhares de projetos de assentamento rural, instalados País afora, capengam há anos sem mostrar resultado positivo. O progresso tarda a superar a pobreza, agora mudada de lugar. A venda e o arrendamento dos lotes suplantam, de longe, a exploração própria da terra pelo aquinhoado original. Tanto dinheiro, tanta briga, tanto esforço para pífio avanço.
O problema fundamental reside no isolamento, em relação ao mercado, dos pretensos agricultores. A reforma agrária tende, no máximo, a favorecer a agricultura de subsistência. A prova encontra-se nos casos de sucesso: invariavelmente, os projetos bem-sucedidos participam de uma cadeia produtiva organizada.
Carlos Guanzirolli, reconhecido especialista em política fundiária, foi um dos primeiros a reconhecer, já em 1997, a necessidade da integração produtiva dos assentamentos rurais, sob pena de se inviabilizar o processo reformista. O BNDES promoveu, na época, reuniões envolvendo o Incra e a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), para avaliar o custobenefício do modelo distributivista da terra.
Nesse núcleo crítico se formulou o Pronaf, programa destinado ao fortalecimento da agricultura familiar. A ordem era profissionalizar os pequenos agricultores. Tratava-se de aprimorar sua tecnologia e, mais, integrá-los ao mercado das agroindústrias e das cooperativas. Aos assentados de reforma agrária se visualizava sua emancipação, quer dizer, após um período de cinco anos, ele receberia o título de propriedade e sua conseqüente alforria como produtor rural. Um digno com-terra.
Não virou. O MST e, em menor proporção, a Contag se opuseram fortemente à emancipação dos sem-terra, certamente querendo mantê-los sob sua esfera de influência política. Pior, setores saudosistas da esquerda passaram a defender o modelo da subsistência rural familiar, em oposição ao sistema integrado dos agronegócios. Vai entender.
Por essas e outras, a reforma agrária encontra-se no pior dos mundos. Na entrada, gente despreparada, sem nenhuma aptidão, faz da invasão de terra o passaporte para o quinhão bendito. Na saída, distantes de tudo, entregues à própria sorte, isolados, vão produzir o que e vender para onde? Hoje em dia, agricultores da nova geração, jovens treinados e talhados para a roça e a lida, mesmo esses sofrem para conseguir do usufruto da terra o sustento digno de sua família. Aqui se encontram os milhares de sitiantes paulistas, cerca de 200 mil produtores, que correm atrás da moderna tecnologia para escapar do sumiço. Ficou parado, dança.
Mas de nada adianta, apenas, saber produzir no campo.
Difícil é vender com preço remunerador, pois os mercados são exigentes e controlados.
Passou a época de viver da feira. Agora manda a prateleira do supermercado.
A agricultura de enxada virou troco no bolso do agricultor. Por sorte, em alguns casos, ganhou grife em nichos de mercado de gente rica. Pura exceção. A única saída da agrura rural se encontra na integração produtiva, preferencialmente enturmado numa boa cooperativa agropecuária. Sozinho, fica difícil.
José Rainha, famoso líder do MST no Pontal do Paranapanema paulista, segue essa pista. Propõe organizar 10 mil agricultores assentados em torno do biodiesel. A meta do inusitado projeto é ocupar 20 mil hectares, em dez anos. Somente na implantação das lavouras se estima gastar R$ 50 milhões. Consta que o comprador do renovável combustível já teria até assinado uma carta-compromisso. Mercado garantido.
Os primeiros mil produtores rurais estão sendo selecionados e devem iniciar o plantio já em 2007. Durante os primeiros três anos, devem receber ajuda de custo do governo, na forma de um salário mínimo por mês. Renda certa. Depois, é só apostar no pinhão manso, a planta escolhida para gerar o biodiesel. Coisa atrevida.
Enquanto o comando obscurantista da Via Campesina combate o agronegócio e defende o atraso da auto-suficiência alimentar, o pragmático Zé Rainha busca o top do mercado de biocombustível para gerar renda no bolso de seus liderados. Está correto.
Inexiste caminho para a reforma agrária, no Pontal do Paranapanema ou alhures, longe do mercado. Nos anos 60, quando o modelo distributivista da terra foi idealizado, o simples acesso à terra garantia o progresso. Bastava carpir e semear. Hoje, na feroz competição da economia globalizada, dramático é segurar a renda do agricultor.
Ao governo, porém, cuidado. Em 1995, o mesmo Zé Rainha fundou uma cooperativa no município de Teodoro Sampaio, baseada num projeto agroindustrial. Parecia um sonho naquela banda distante. Juntou 1.600 famílias e arrecadou, somando-se vários financiamentos públicos, daqueles de pai para filho, cerca de R$ 8,5 milhões. Foram adquiridos 42 grandes tratores, construídos um laticínio, dois enormes silos graneleiros, uma agroindústria de sucos. Tudo supimpa.
Nada nunca funcionou. Nenhum litro de suco, nenhum leite pasteurizado. Os tratores desapareceram. As instalações deterioram-se com o tempo. O escândalo da Cocamp é um tributo ao desperdício do dinheiro público. Jamais alguém acabou responsabilizado. Uma vergonha.
Esse pinhão manso, planta que ninguém sabe direito o que é, nem de onde veio, pode surpreender. Para o bem ou para o mal.
Quem avisa amigo é.
Xico Graziano, agrônomo, é secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo.E-mail: xico@xicograziano.com.br
O ESTADO DE S. PAULO – 22.maio.2007
PARA MEDITAR
O QUE É A ORAÇÃO?
“Para mim, a oração é um impulso do coração,
é um simples olhar lançado ao céu,
um grito de reconhecimento e amor no meio da provação ou no meio da alegria.”
(Santa Teresinha do Menino Jesus)
ENSINAMENTOS DA SANTA MADRE TERESA DE CALCUTÁ

· amor começa pelo lar. Se a família vive no amor, seus membros espalham amor ao seu redor.
· O mundo está saturado de sofrimentos por falta de paz.
· As boas obras são elos que formam uma corrente de amor.
· Se fossemos humildes de verdade, nada nos mudaria: nem o elogio nem o desânimo. Se alguém nos criticasse, não sentiríamos desânimo. Se alguém nos exaltasse, não nos sentiríamos orgulhosos.
· A paz começa com um sorriso.
“Sua amiga Solidão”…
Qual…?
O dia mais belo?……Hoje
A coisa mais fácil?……Equivocar-se
O maior obstáculo?……O medo
O maior erro?……Abandonar-se
A raiz de todos os males?……O egoísmo
A distração mais bela?……O trabalho
A pior derrota?……O desânimo
Os melhores professores?……As crianças
A primeira necessidade?……Comunicar-se
O que mais faz feliz?……Ser útil aos demais
O maior mistério?……A morte
O pior defeito?……O mal humor
A pessoa mais perigosa?……A mentirosa
O pior sentimento?……O rancor
O presente mais belo?……O perdão
O mais imprescindível?……O lar
A estrada mais rápida?……O caminho correto
A sensação mais grata?……A paz interior
O resguardo mais eficaz?……O sorriso
O melhor remédio?……O otimismo
A maior satisfação?……O dever cumprido
A força mais potente do mundo?……A fé
As pessoas mais necessárias?……Os pais
A coisa mais bela de todas?……O amor
(SANTA MADRE TERESA DE CALCUTÁ)

VIVA A VIDA
A vida é uma oportunidade, aproveite-a…
A vida é beleza, admire-a…
A vida é felicidade, deguste-a…
A vida é um sonho, torne-o realidade…
A vida é um desafio, enfrente-o…
A vida é um dever, cumpra-o…
A vida é um jogo, jogue-o…
A vida é preciosa, cuide dela…
A vida é uma riqueza, conserve-a…
A vida é amor, goze-o…
A vida é um mistério, descubra-o…
A vida é promessa, cumpra-a…
A vida é tristeza, supere-a…
A vida é um hino, cante-o…
A vida é uma luta, aceite-a…
A vida é aventura, arrisque-a…
A vida é alegria, mereça-a…
A vida é vida, defenda-a…
(Santa Madre Teresa de Calcutá)
FRASES DE SANTA “MADRE TERESA DE CALCUTÁ:
“Um coração feliz é o resultado inevitável de um coração ardente de amor.”
“Temos medo da guerra nuclear e dessa nova enfermidade que chamamos Aids, mas matar crianças inocentes não nos assusta”.
“Nunca compreenderemos o quanto um simples sorriso pode fazer.”
“Ontem foi embora. Amanhã ainda não veio. Temos somente hoje, comecemos.”
“Como Jesus, pertencemos ao mundo inteiro, vivendo não para nós mesmos, mas para os outros. A alegria do Senhor é a nossa força”.
“Buscando a face de Deus em todas as coisas, em todas as pessoas, em todos os lugares, durante todo o tempo, e vendo a Sua mão em cada acontecimento – isso é contemplação no coração do mundo”.
“Qualquer ato de amor, por menor que seja, é um trabalho pela paz.”.
“Amar, ser verdadeiro, deve custar – deve ser árduo – deve esvaziar-nos do ego.”
“Famintos de amor, Ele olha por vocês. Sedentos de amabilidade, Ele pede por vocês. Privado de lealdade, Ele espera em vocês. Desabrigados de asilo em seu coração, Ele procura por vocês. Você será esse alguém para Ele ?”
“Os pobres que buscamos podem morar perto ou longe de nós. Podem ser material ou espiritualmente pobres. Podem estar famintos de pão ou de amizade. Podem precisar de roupas ou do senso de riqueza que o amor de Deus representa para eles. Podem precisar do abrigo de uma casa feita de tijolos e cimento ou da confiança de possuírem um lugar em nossos corações.”
“As pessoas me perguntam sobre a morte, se a espero com ilusão, e eu respondo:” claro que sim”, porque irei para minha casa. Morrer não é o fim, é só princípio. A morte é uma continuação da vida”.
“Ama até que te doa, se te doer é o melhor sinal”
“No momento da morte, não nos julgar-se-á pela quantidade de trabalho que tenhamos feito, mas pelo peso
de amor que colocamos em nosso trabalho.
Este amor deve resultar do sacrifício de si mesmo
e deve sentir-se até que doa.”
4 de fevereiro de 1994, Hotel Shoreham- lista de convidados encabeçada pelo Presidente Clinton e pelo vice-presidente Gore.
Madre Teresa em seu interior talvez possuísse questões sobre a fé e a Igreja, mas isto nunca a deteve! Para ela a mensagem de Cristo foi sempre muito clara, acima de interpretações!!
Por MADRE TERESA DE CALCUTÁ:

“No último dia, Jesus dirá àqueles à sua direita, – “Venha, entre no Reino. Porque eu tive fome e você me deu comida, eu estava sedento e você me deu bebida, eu estava doente e você me visitou.” Então Jesus se voltará para aqueles à sua esquerda e dirá:
– “Afaste-se de mim porque eu tive fome e você não me alimentou, eu estava sedento e você não me deu bebida, eu estava doente e você não me visitou.”
Eles lhe perguntarão,
– “Quando nós o vimos faminto, ou sedento, ou doente, e não o ajudamos?”
E Jesus lhes responderá:
– “Tudo que você deixou de fazer ao menor destes,
você deixou de fazer a mim!”
Uma vez que nós nos reunimos aqui para rezar juntos, eu penso que será bonito se nós começarmos com uma oração que expressa muito bem o que Jesus quer que nós façamos para os menores. São Francisco de Assis entendeu muito bem estas palavras de Jesus e a sua vida é muito bem expressada por uma oração.
E esta oração que nós rezamos diariamente depois da Santa Comunhão, sempre me surpreende muito, porque é muito adequada para cada um de nós. E eu sempre imagino se há oitocentos anos atrás quando São Francisco viveu,
eles tinham as mesmas dificuldades que nós temos hoje. Eu acho que alguns de vocês já têm esta oração de paz, assim nós iremos rezá-la juntos.
“Senhor,
Fazei de mim um instrumento de Vossa paz!
(….. e rezou a oração de São Francisco! )
“Demos graças a Deus pela oportunidade que ele nos deu hoje de ter vindo aqui para rezar juntos. Nós viemos aqui especialmente para rezar pela paz, alegria, e amor. Nós somos relembrados de que Jesus veio trazer a boa
notícia para os pobres. Ele nos disse o que a boa notícia é quando ele disse, “Eu vos deixo a minha paz, eu vos dou a minha paz.”
Ele não veio dar a paz do mundo, que só é que nós não incomodemos um ao outro. Ele veio dar paz de coração que vem de amar – de fazer bem a outros.
E Deus amou tanto o mundo que deu o seu filho. Deus deu o seu filho à Virgem Maria, e o que ela fez com ele? assim que Jesus entrou na vida de Maria, imediatamente ela foi às pressas anunciar esta boa notícia. E assim que ela
entrou na casa de sua prima, Isabel, a Escritura nos conta que a criança por nascer – a criança no útero de Isabel – pulou de alegria.
Enquanto ainda no útero de Maria, Jesus trouxe paz para João Baptista, que pulou de alegria no útero de Isabel. E como se isto não fosse o bastante – como se não fosse o bastante que Deus Filho se tornasse um de nós e trouxesse paz e alegria enquanto ainda no útero, Jesus também morreu na Cruz para demonstrar aquele amor maior.
Ele morreu por você e por mim, e por aquele leproso e por aquele homem morrendo de fome e aquela pessoa desnuda que jaz na rua – não só de Calcutá, mas da África, de todos os lugares. Nossas Irmãs servem estas pessoas pobres em 105 países por todo o mundo.
Jesus insistiu que nós amemos um ao outro como ele ama a cada um de nós. Jesus deu a sua vida para nos amar, e ele nos fala que ama a cada um de nós. Jesus deu a sua vida para nos amar, e ele nos fala que nós também devemos dar tudo que for necessário para fazer o bem uns aos outros.
E no Evangelho Jesus diz muito claramente, “Amai como eu vos amei”. Jesus morreu na Cruz porque isso é o que foi necessário para que ele fizesse o bem para nós – para nos salvar de nosso egoísmo e pecado. Ele largou tudo
para fazer o desejo do Pai, para mostrar a nós que nós também devemos estar dispostos a dar tudo para fazer a vontade de Deus, para amar uns aos outros como ele ama a cada um de nós. Se nós não estamos dispostos a dar tudo o que for necessário para fazer o bem uns aos outros, o pecado ainda está em nós.
É por isso que nós também temos que dar aos outros até que doa. Amor sempre dói. Não é suficiente dizermos “eu amo a Deus”. Mas eu também tenho que amar meu próximo. São João diz que você é um mentiroso se você diz que ama a Deus e você não ama seu próximo. Como você pode amar a Deus que você não vê, se você não ama seu próximo que você vê, que você toca, com quem você vive? E assim é muito importante para nós percebermos que o amor, para ser verdadeiro, tem que doer.
Eu devo estar disposta a dar tudo que for necessário para não prejudicar outras pessoas e, de fato, para fazer o bem a elas. Isto requer que eu esteja disposta a dar até que doa. Caso contrário, não há nenhum verdadeiro amor em mim e eu trago injustiça, não paz, para aqueles ao meu redor. Doeu a Jesus nos amar.
Nós fomos criados à sua imagem para coisas maiores, para amar e ser amado. Nós temos que “nos revestir de Cristo”, como a Escritura nos fala. E assim nós fomos criados para amar como ele nos ama. Jesus se faz o faminto, o
desnudo, o sem casa, o não desejado, e ele diz, “Você fez isto a mim”.
No último dia ele dirá àqueles à sua direita, “tudo que você fez ao menor destes, você fez a mim”, e ele também dirá àqueles à sua esquerda, “tudo que você deixou de fazer para o menor destes, você deixou de fazer a mim”.
Quando ele estava morrendo na Cruz, Jesus disse “eu tenho sede”. Jesus tem sede do nosso amor, e esta é a sede de todos, tanto pobres como ricos. Todos nós temos sede do amor dos outros, de que eles saiam do seu caminho para evitar nos prejudicar e para fazer o bem a nós. Este é o significado do verdadeiro amor, dar até que doa.
PAZ EM JESUS E MARIA!

Em 1979, ao receber o Prêmio Nobel da Paz, ela diz que sua obra é “uma gota de salvamento num mar de sofrimento”. Sua mensagem é clara: “Juntos proclamamos com alegria a difusão da paz o amor à humanidade, e percebemos que os pobres são também nossos irmãos”. Seu programa permanente foi este; “O fruto do silêncio é a oração, o fruto da oração é a fé; o fruto da fé é o amor; o fruto do amor é o serviço; o fruto do serviço é a paz.” “Não há tristeza maior do que a falta de amor”. “[…]existe riqueza de sobra para todos. É preciso reparti-la bem, sem egoísmo, […]”.
Fonte: Revista “Cidade Nova(Outubro/97).
ENTREVISTA DA MADRE TERESA À REVISTA SEM FRONTEIRAS

Sem Fronteiras – Quantas são atualmente as Missionárias da Caridade?
Madre Teresa – Temos 3.604 Irmãs professas e 411 noviças, em seis noviciados: Calcutá, Filipinas, Tanzânia, Polônia, Roma e Estados Unidos. As postulantes são 260. No total, somos 4.275 Missionárias da Caridade, distribuídas em 119 países. As nossas Irmãs pertencem a 79 nacionalidades. Contamos com 560 tabernáculos, ou casas.
Por que “tabernáculos”?
– Porque Jesus está presente nessas casas. São casas de Jesus.
A nossa congregação quer contribuir para que as pessoas sejam saciadas da sua sede de Jesus. Fazemos isso, tentando resgatar e santificar os mais pobres dos pobres. Como as outras congregações, fazemos os votos de castidade, pobreza e obediência. Recebemos a autorização especial de fazer um quarto voto: o de nos colocarmos a serviço dos mais pobres dos pobres.
Como a senhora vê o tema do celibato?
– O celibato não é para quem se sente chamado ao matrimônio. O sacramento do matrimônio é maravilhoso. Desde o momento em que um homem e uma mulher se amam verdadeiramente e rezam juntos, Deus transmite a eles o seu amor.
A vida familiar merece muita atenção, é um dom de Deus. Não obstante, nós religiosas renunciamos a esse dom. Consagramos a nossa vida a Deus na castidade e no amor, sem divisão. Nada nem ninguém nos poderá separar desse amor, como diz São Paulo.
A senhora costuma dizer que não há amor sem sofrimento…
– Sim, o verdadeiro amor faz sofrer. Cada vida, e cada vida familiar, deve ser vivida honestamente. Isso supõe muitos sacrifícios e muito amor. Porém, ao mesmo tempo, esses sofrimentos vêm sempre acompanhados de muita paz.
Quando a paz reina em um lar, ali se encontram também a alegria, a unidade e o amor. Como se pode levar uma vida familiar normal sem paz e sem unidade?
Nesse sentido, a oração de São Francisco é muito atual. Não vivemos nas mesmas circunstâncias, mas o que Francisco pedia responde perfeitamente às necessidades da nossa época. Em Calcutá, rezamos essa oração todos os dias, depois da comunhão. Penso em todos os homens e mulheres que necessitam de amor: “Senhor, fazei-nos dignos de ser instrumentos da verdadeira paz, que é a vossa paz”.
A sua congregação abriu casas para pessoas com Aids em várias partes do mundo…
– Sim, entre outros lugares, nos Estados Unidos, na Itália, no Zaire e, evidentemente, na Índia. Até pouco tempo atrás, não era raro que pessoas se suicidassem quando ficavam sabendo que tinham o vírus da Aids. Hoje, nenhum enfermo acolhido em nossas casas morre no desespero e na amargura. Todos, inclusive os não-católicos, morrem na paz do Senhor. Isso não é maravilhoso?
As regras da sua congregação falam do trabalho em favor dos “mais pobres dos pobres, tanto no plano espiritual quanto no plano material”. O que a senhora entende por “pobreza espiritual”? Alguns dizem que se ocupa apenas com gente que vive na rua…
– Os pobres espirituais são os que ainda não descobriram Jesus Cristo, ou que estão separados dele por causa do pecado. Os que vivem na rua também precisam ser ajudados nesse sentido.
Por outro lado, fico muito contente de ver que, em nosso trabalho, podemos contar também com a ajuda de gente acomodada, a quem oferecemos a oportunidade de fazer algo de bom para Deus. É desse modo que conseguimos abrir um centro onde acolhemos e assistimos a jovens que saem da prisão.
Essa gente nos oferece material e dinheiro. Nesses dias chegou uma carta dos Estados Unidos. Pela letra dava para ver que era de uma criança. Ela me dizia: “Madre Teresa, eu gosto muito de você”. O envelope continha um cheque de 3 dólares. Para essa criança, tratava-se de um grande sacrifício.
Vocês também recebem ajuda de gente de outras religiões?
– Sim, de muçulmanos, hinduístas, budistas e outros. Alguns meses atrás, um grupo de budistas japoneses veio conversar comigo sobre espiritualidade. Eu disse a eles que jejuamos todas as primeiras sextas-feiras do mês e que o dinheiro economizado vai para os pobres. Quanto regressaram ao seu país, os monges pediram às famílias e comunidades budistas que fizessem o mesmo. O dinheiro que recolheram nos permitiu construir o primeiro andar do nosso centro “Shanti Dan” (“Dom de Paz”) para as “jailgirls” (meninas da prisão).
Cento e dez dessas meninas já saíram da prisão. São jovens, quase sempre adolescentes. Muitas delas são deficientes psíquicas. Saem das favelas e, de repente, se vêem metidas na prostituição. A maior parte, assim que renuncia a esse tipo de vida, é denunciada à polícia pelos proxenetas. Acaba na prisão, onde vive em condições desumanas.
Madre Teresa, alguns a criticam, dizendo que só tem um objetivo: converter os não-cristãos…
– Ninguém pode forçar ou impor a conversão, que só acontece por graça de Deus. A melhor conversão é a que consiste em ajudar as pessoas a se amarem umas às outras. Nós, que somos pecadores, fomos criados para ser filhos de Deus, e temos que nos ajudar a chegarmos o mais perto possível dele. Todos somos chamados a amá-lo.
A senhora diz que as suas Irmãs não são assistentes sociais. Por quê?
– Somos contemplativas no coração do mundo, porque “rezamos” o nosso trabalho. Realizamos um trabalho social, certamente, mas somos mulheres consagradas a Deus no mundo de hoje. Entregamos a nossa vida a Jesus, com uma renúncia total e a serviço dos pobres, tal como Jesus nos deu a sua vida na eucaristia. O trabalho que fazemos é importante, mas não é tanto a pessoa que o faz que é importante. Fazemos esse trabalho por Jesus Cristo, porque o amamos. É tão simples.
Não temos condições de fazer tudo. Eu sempre rezo muito por todos aqueles que se preocupam com as necessidades e misérias dos povos.
Muitas personalidades e gente rica se associaram à nossa ação. Pessoalmente, não possuímos nada. Não ganhamos dinheiro. Vivemos da caridade e para a caridade.
E da Providência…
– Isso mesmo. Normalmente, sempre temos que enfrentar necessidades imprevistas. Em nossa casa “Sishu Bevan”, temos mais de duzentos bebês que necessitam de um tipo especial de leite. Um dia, as minhas Irmãs vieram me procurar para dizer: “Madre, tem que fazer alguma coisa, porque não vemos nenhuma saída”. No mesmo dia, um hindu rico veio me ver e me disse: “Madre Teresa, esta manhã, uma voz me disse que eu tinha que fazer alguma coisa pelos pobres”, e me deu o que necessitávamos. Deus é infinitamente bom. Ele sempre se preocupa conosco.
Por que tantas jovens entram para a sua congregação?
– Eu creio que elas apreciam, sobretudo, a nossa vida de oração. Rezamos quatro horas por dia. Elas também conhecem e vêem o que fazemos pelos pobres. Não se trata de trabalhos importantes e impressionantes. O que fazemos é muito discreto, mas nós o fazemos pelos mais pequenos.
A senhora é uma pessoa muito popular. Nunca se cansa de tanta gente, fotografias…?
– Considero isso um sacrifício, e também uma bênção para a sociedade. Eu e Deus fizemos um contrato: para cada foto que tiram de mim, Ele liberta uma alma do Purgatório… (risos)… Eu creio que, nesse ritmo, em breve, o Purgatório estará vazio…
Viajar pelo mundo cercada de tanta publicidade é cansativo e duro. Porém, eu utilizo tudo o que se me apresenta para a glória de Deus e o serviço aos mais pobres. É preciso que alguém pague esse preço.
Que mensagem gostaria ainda de nos deixar?
– Amem-se uns aos outros, como Jesus ama a cada um de vocês. Não tenho nada que acrescentar à mensagem que Jesus nos transmitiu. Para poder amar, é preciso ter um coração puro e é preciso rezar. O fruto da oração é o aprofundamento da fé. O fruto da fé é o amor. E o fruto do amor é o serviço ao próximo. Isso nos conduz à paz. – “UMBRALES”
MADRE TERESA – SOBRE O ABORTO

“Mas eu sinto que o maior destruidor da paz hoje é o aborto, porque
é uma guerra contra a criança – um assassinato direto da criança inocente –
assassinato pela própria mãe. E se nós aceitamos que uma mãe pode matar
até mesmo sua própria criança, como nós podemos dizer para outras pessoas
que não matem uns aos outros?…”
“A pior calamidade para a humanidade não é a guerra ou o terremoto.
É viver sem Deus. Quando Deus não existe, se admite tudo. Se a lei permite o aborto
e a eutanásia, não nos surpreende que se promova a guerra!”
“Temos medo da guerra nuclear e dessa nova enfermidade que
chamamos de AIDS, mas matar crianças inocentes não nos assusta.
O aborto é pior do que a fome, pior do que a guerra”
“Um país que aceita o aborto não está a ensinar os seus cidadãos a amar, mas a usar a violência para obterem o que querem. É por isso que o maior destruidor do amor e da paz é o aborto.”
“O mundo que Deus nos deu é mais do que suficiente, segundo os cientistas e pesquisadores, para todos; existe riqueza mais que de sobra para todos. É só uma questão de reparti-la bem, sem egoísmo. O aborto pode ser combatido mediante a adoção. Quem não quiser as crianças que vão nascer, que as dê a mim. Não rejeitarei uma só delas. Encontrarei uns pais para elas.
Ninguém tem o direito de matar um ser humano que vai nascer: nem o pai, nem a mãe, nem o estado, nem o médico. Ninguém. Nunca, jamais, em nenhum caso. Se todo o dinheiro que se gasta para matar fosse gasto em fazer que as pessoas vivessem, todos os seres humanos vivos e os que vêm ao mundo viveriam muito bem e muito felizes. Um país que permite o aborto é um país muito pobre, porque tem medo de uma criança, e o medo é sempre uma grande pobreza.”
ORAÇÃO DE SÃO FRANCISCO
Senhor, fazei-me instrumento de Vossa paz.
Onde houver ódio que eu leve o amor.
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão.
Onde houver discórdia, que eu leve a união.
Onde houver dúvida, que eu leve a fé.
Onde houver erro, que eu leve a verdade.
Onde houver desespero, que leve a esperança.
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria.
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, fazei que eu procure mais:
consolar que ser consolado,
compreender que ser compreendido,
amar que ser amado.
Pois é dando que se recebe.
É perdoando que se é perdoado.
E é morrendo que se vive para a vida eterna.
ORAÇÃO DO ANJO
O Anjo ditou esta orações aos patorinhos de Fátima em 1917 por ocasião das Aparições de Nossa Senhora.
“Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-vos. Peço-vos perdão para os que não crêem, não adoram, não esperam e não vos amam.”
“Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, adoro-Vos profundamente e ofereço-vos o preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelos méritos infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores”.
ORAÇÕES DE NOSSA SENHORA
A Irmã Lúcia conta na 4.ª Memória que Nossa Senhora em 13 de Julho de 1917 recomendou:
“Sacrificai-vos pelos pecadores e dizei muitas vezes, em especial sempre que fizerdes algum sacrifício: Ó Jesus, é por Vosso amor, pela conversão dos pecadores e em reparação pelos pecados cometidos contra o Coração Imaculado de Maria!”
(Memórias da Irmã Lúcia, 7.ª edição, página 167)
Na mesma aparição Nossa Senhora acrescentou:
“Quando rezais o terço, dizei depois de cada mistério: Ó meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno; levai as almas todas para o Céu, principalmente aquelas que mais precisarem”.
(Id. ib. página 171)
PALAVRAS DE DEUS PAI
Lembra-te dessas coisas, Filho!
Recorda-te, que tu és meu Filho.
Eu te formei, tu és meu Filho, não posso esquecer-te.
Fiz desaparecer tuas iniqüidades como uma nuvem,
e teus pecados como uma neblina: volte a mim, porque te resgatei.
(Isaías 44, 21-22)
BENÇÃO AARÔNICA (é dada a Moisés por Deus, para que Aarão e seus filhos (os Sacerdotes) a proclamem sobre o povo de Israel)
O Senhor te abençoe e te guarde!
O Senhor faça brilhar sobre ti a sua face, e se compadeça de ti!
O Senhor volte para ti o seu rosto e te dê a paz!
(Números 6,24-26)
ORAÇÃO À DIVINA MISERICÓRDIA (I)
| Deus, Pai Misericordioso,que revelou o Teu Amor no Teu Filho Jesus Cristo,e derramou-o sobre nós no Espírito Santo, Consolador, hoje confiamos a Ti o destino do mundo e de cada homem. Inclina-Te sobre nós pecadores, cura a nossa fraqueza, derrota todo mal, faz com que todos os habitantes da Terra experimentem a Tua Misericórdia, para que em Ti, Deus Uno e Trino, encontrem sempre a fonte da esperança. Eterno Pai, pela dolorosa Paixão e Ressurreição do Teu Filho, tenha misericórdia de nós e do mundo inteiro! Amém. João Paulo II – (Dedicação do Santuário à Divina Misericórdia na Polônia 17.ago.2002) |
ORAÇÃO À DIVINA MISERICÓRDIA (II)
“Ó inconcebível e insondável Misericórdia de Deus, Quem pode Te adorar e exaltar de modo digno? O máximo atributo de Deus Onipotente, Tu és a doce esperança dos pecadores”.
Santa Faustina – (Diário, 951 – ed. it. 2001, p. 341)
IGINO GIORDANI (escritor italiano, 1894-1980)

É preciso que eu diminua para que Cristo cresça em mim
“A Eucaristia injeta nas minhas artérias o próprio Sangue de Cristo, fazendo-me, assim, seu consaguíneo. Minha missão de cristão é de edificar Cristo em mim. Quanto mais Ele cresce em mim, tanto mais diminui o meu Eu. É preciso que eu diminua para que Ele cresça. E crescendo Ele, cresce o amor; diminuindo eu, diminui o egoísmo.”
“Uma coisa aconteceu em mim: a idéia de Deus cedeu o lugar ao amor de Deus, a imagem ideal ao Deus vivo.
Todos os meus estudos, os meus ideais, as próprias vicissitudes da minha vida me pareceram dirigir a esta meta.
Nada de novo, porém tudo novo: os elementos da minha formação cultural e espiritual dispuseram-se segundo o desígnio de Deus”
FRASES DE SANTA TEREZINHA – DOUTORA DA IGREJA

MAIS FRASES DE SANTA TEREZINHA DO MENINO JESUS
· Às vezes quando a aridez do meu espírito é tão grande, que nem um bom pensamento Lhe posso exprimir, recito pausadamente um Pai Nosso ou uma Ave Maria; estas orações têm a virtude de me elevar, alimentam divinamente a minha alma e são quanto Lhe basta. (História de uma alma, cap. X)
· Cometeis um grande erro em pensar no que poderá vos acontecer de doloroso no futuro, isto é como se pôr a criar! Nós que corremos na estrada do amor, não nos devemos perturbar por nada. (História de uma alma, cap. XII)
· Se eu não sofresse minuto por minuto, ser-me-ia impossível guardar a paciência; mas eu só vejo o momento presente, esqueço o passado e evito olhar o futuro. (História de uma alma, cap.XII)
· Se muitos perdem a coragem e se desesperam, é porque pensam muito no passado e no futuro. (História de uma alma, cap. XII).
· O Bom Deus me fez compreender que as macerações dos santos não foram feitas para mim, nem para as almazinhas que andarão pela mesma estrada da Infância. (História de uma alma, cap. XII)
· Não há nenhum apoio a se procurar fora de Jesus. Só Ele é imutável. Que felicidade pensar-se que Ele não pode mudar. (Quinta carta à M. Ignez de Jesus)
· Sim, eu quero que Jesus se apodere de tal modo de minhas faculdades, de maneira, que eu já não faça, tão somente, ações divinas, inspiradas e dirigidas pelo Espírito de Amor. (Conselhos e Lembranças)
· Quanto mais avançardes, menos combates tereis, ou melhor, vencereis com mais facilidade, porque vereis o lado bom das coisas. (Conselhos e Lembranças)
· Quando pela manhã não sentirmos coragem alguma e força para praticar a virtude, eis o momento de por o machado à raiz da árvore, não contando se não com Jesus só. (Segunda carta a Celina)
· É bem consolador pensar-se que Jesus, o Divino Forte, conheceu também todas as nossas fraquezas, e tremeu à vista do cálice amargo, este cálice outrora tão desejado ardentemente. (Primeira carta aos Missionários)
· Na minha pequena estrada não há se não coisas muito ordinárias; é preciso que tudo que eu faça, as almazinhas possam imitar. (História de uma alma, cap. XII)
· Ó como eu amo a Santíssima Virgem! Se eu fosse padre, falaria muito sobre Ela! (História de uma alma, cap. XII)
· Muitas vezes eu me surpreendo a dizer à Santíssima Virgem: “Sabeis, ó minha Mãe querida, que eu me julgo mais feliz do que Vós? Eu vos tenho por Mãe, e Vós não tendes, como eu, uma Santa Virgem para amar! (Décima Terceira carta a Celina)
· Outrora na vossa humildade, desejastes, ó Maria, ser a escravazinha da Mãe de Deus; e eu, pobre criaturinha, eu não sou vossa serva, mas vossa filha! Sois a Mãe de Jesus e sois minha Mãe. (Décima Terceira carta a Celina)
· Praticando as pequenas virtudes a Santíssima Virgem tornou visível o caminho do Céu! (Poesias)
Relatos das Bilocações do Padre Pio e da Irmã Rita Montella
História de Santa Brígida da Suécia

